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JMJ provoca encanto e compromisso de voluntários e jovens do PROJARI

Grupo do PROJARI em Copacabana

A comunidade do PROJARI viveu com intensidade a presença do Papa no Brasil e a Jornada Mundial da Juventude. Como diz o ditado popular “o melhor da festa é a sua preparação”. Assim aconteceu em Guaíba. Nos dias que antecederam o encontro com o Papa Francisco, no Rio de Janeiro, a cidade recebeu um grupo de peregrinos da Argentina. No dia 18 de julho, eles conviveram com as famílias dos Bairros Bom Fim, Nova Guaíba, São Francisco e Columbia City. A voluntária do PROJARI, Lenise da Silva Santos, disse que houve muita expectativa para receber os visitantes. “A gente passou muito tempo, preparando espírito e o ambiente para receber a todos com muito carinho e amor”.

Junto com crianças e adolescentes do PROJARI, os peregrinos realizaram uma grande experiência de comunidade. O Aulão da Solidariedade promoveu a partilha de valores culturais, de ações de superação da violência e de movimentos de afirmação de cidadania. Na visita às famílias houve uma vivência de plena comunhão. Adão Clóvis Radde disse que foram visitadas 124 famílias. “Minha mãe com 95 anos ficou emocionada com a chegada dos peregrinos”. Os peregrinos entregaram um terço para as famílias e rezaram juntos. Outra voluntária do  PROJARI, Dona Marlene, afirmou que foi uma integração  de irmãos pela fé. “Até pessoas doentes e debilitadas foram visitadas, com muita alegria”.

Neste dia de plenitude da vivência da fé e da comunhão, cerca de três mil pessoas foram envolvidas diretamente nas atividades. A jornada não poderia terminar de forma diferente. A partilha do alimento selou o dia de integração. Para preparar a refeição, a comunidade contou com a colaboração de muita gente. O “salchipão” foi preparado com a doação de salsichão de famílias, entidades e até de empresas de outros municípios.

Mas, o melhor estava por vir. Um grupo de 14 pessoas ligadas ao PROJARI participou da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Elas ficaram encantadas com o respeito, a acolhida e a compreensão dos cariocas com os peregrinos. Foi uma experiência única para todos. Até quem está habituada com grandes eventos da Igreja falou emocionada da JMJ. Ir. Nilva Dal Bello destacou a marca da fé, do entusiasmo e da ousadia dos jovens. “O testemunho de fé presente em todos os lugares. Canto e vibração estavam presentes em todos os lugares do Rio”.

O jovem Adriano Barbosa Machado ficou impressionado com o espírito de alegria e irmandade. “Apesar de serrem provenientes de lugares, línguas, nações diferentes, parecida que todos se conheciam. Os peregrinos de outros países sabiam o que nós queríamos dizer somente com a nossa expressão. Nem precisava falar  a língua deles”. O público da jornada tinha o mesmo objetivo e o mesmo sentimento, arrematou Maria Luiza da Silva Oliveira.

 

Enviados do PROJARi em estação de trem no Rio de Janeiro

O mais importante, no entanto, foi ficar próximo do Papa. “Ao vê-lo de bem pertinho eu pensei que nunca mais terei a oportunidade viver isso novamente. Eu me senti privilegiado de estar próximo e uma pessoa tão especial”, disse o monitor de Marcenaria do PROJARI, Amilton Bertolotti.  Todo o grupo valorizou aspectos importantes da mensagem transmitida pelo Papa Francisco. Maria Luiza destacou o pedido do papa para a valorização das periferias. “Pela minha origem e meus amigos tocou muito o apelo para a falta de atenção com as vilas, as periferias”. Os participantes também lembraram do pedido para o cuidado com as crianças e os idosos, para que os jovens não tenham medo de viver no amor, na esperança e na fé, para testemunhar a humildade, para saber acolher as pessoas. Seu Amilton tem certeza de que o Papa não falou em vão. “Ele não falou nada que não seja aproveitado para repensar a vida, começar um novo jeito de pensar e viver”. 

 A reação do grupo do PROJARI mostra que as Palavras do Papa Francisco não foram jogadas ao vento. Elas caíram no coração. Todos os que foram ao Rio de Janeiro voltaram falando em compromissos. “Temos de agir. É preciso repassar orientações sobre diálogo, compreensão, respeito, para que os jovens possam mudar o mundo”.  O jovem Adriano disse que a JMJ é uma prova de que “o mundo precisa confiar na juventude. Nós precisamos ter oportunidade. É necessário ampliar o diálogo entre as gerações”.

Para Ir. Nilva, “a participação renovou o ardor, o entusiasmo e compromisso com a valorização das pessoas. Temos de dar continuidade a esse trabalho de inclusão e participação. É necessário acreditar na pessoa. Foi uma renovação para nosso trabalho”. Outros participantes destacaram que ninguém deve se deixar abater pela tristeza, pela pobreza e pela dor, porque a comunidade do PROJARI “sempre vai investir na conquista de um mundo novo, tomando posição em defesa da vida em todas as circunstâncias”.

 

 

 

 

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