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PROJARI brilha no Festival Sul em Dança

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Apresentação do Space Dance

As oficinas de dança do PROJARI foram destaque do Festival Sul em Dança, na cidade de São Leopoldo. O evento reuniu academias, escolas de dança e projetos socais de todo o Estado, com mais de 4,5 mil participantes. O grupo do Movimentu's Dancing do PROJARI da Vila São Jorge, obteve o segundo lugar na categoria Danças Populares Juvenil.   O Ballet do PROJARI conquistou o segundo lugar na categoria infanto-juvenil e o Space Dance(Hip Hop) ficou com a terceira posição nas categorias infantil e adulto, sendo que não houve primeira colocação.

O grupo do Movimentu's Dancing, formado por dezoito jovens com idade média de dezesseis anos, apresentou a coreografia "A exaltação e adoração à Mãe da Mata". A peça retrata a necessidade de uma mudança de consciência para a preservação da natureza e do meio ambiente, com a adoção de passos, cores e figurinos representados nos costumes dos índios Parintins, no Amazonas. Segundo a monitora, Rosaura Alvarez Alves, a coreografia representa um processo de pesquisa, estudo e ensino que transmite valores, informações e conhecimentos sobre o tema. "Pesquisamos costume, estética corporal, clima, cultura e tipo de movimentos expressivos dos cultos e da religiosidade. Foi um grande aprendizado".

Os ensaios e a preparação ocorreram à noite e aos sábados a tarde, porque a  maioria trabalha. "Fizemos um folclore de projeção, porque é uma expressão fiel do originário, numa real aproximação  com as manifestações culturais locais".

Rosaura afirmou que a conquista é uma gratificação , uma realização. "Não somos uma academia, mas conhecemos a capacidade e a potencialidade de nosso projeto social. "São dezenove vidas envolvidas numa ação conjunta. Por isso, tem tamanha satisfação essa conquista". Ela ressalta que não se trata de uma ação eventual. "Essa relação ultrapassa os aspectos da dança e da oficina, inclui as relações pessoais e de formação da pessoa".

BALLET - O Grupo Infanto-Juvenil do PROJARI apresentou-se com dezessete bailarinas, executando a coreografia "O renascer das bonecas", com a música Transcendência de Lindsay Lohan. Segundo o monitor Maicon Macedo, foram cinco meses de intensos ensaios e qualificação dos movimentos. A competição exigia todos os movimentos do ballet clássicos, inserindo-os na coreografia apresentada.  "Competimos com academias, mas não sentimos nenhuma pressão. Nossa preparação foi fundamental para que pudéssemos apresentar com toda a naturalidade".

Maicon salienta que essa conquista foi um orgulho. "Nosso grupo é uma família. Isso apareceu no palco. O grupo dançou como um corpo só. Foi um momento mágico da equipe do PROJARI". Para o instrutor, o fato do grupo ser avaliado por jurados que conhecem estética, plasticidade e técnica representa uma honra.

A participante Bárbara Gonçalves Genecco, 15, disse que a vibração foi intensa na hora da apresentação.  "Quero seguir essa carreira, porque o ballet entrou na minha vida pelo PROJARI". Para Jhiullia Menezes, 11 anos, o ballet do PROJARI é uma escola de técnica, arte e vida, que encanta cada participante.

SPACE DANCE - O grupo de Hip Hop participou nas categorias infantil e adulto, com as coreografias Energia Mix e Ilusões. A instrutora Roselaine Alves disse que o alto nível do festival deu visibilidade ao trabalho da entidade guaibense. "Mostramos nosso talento com muita habilidade e competência. A gente sabe quanto é árdua a caminhada diária e o aprendizado. Foi uma participação que resultou numa conquista lindo. Foi um orgulho total para mim e para o PROJARI".

A participante Eduarda Pereira de Oliveira, 10 anos, disse que a presença no palco foi pura emoção. "A plateia vibrou muito e acompanhou com intensidade nossa apresentação. I independente da premiação somos vitoriosas pelo fato de estarmos alí".

O jovem Wiliam Rodrigues da Silva, 20 anos, empregado da Companhia Zaffari estava radiante com a conquista. Ele afirmou que a participação no PROJARI mudou sua vida. "A vida me levava por caminhos diferentes. Quando eu comecei a participar do hip hop passei a decidir por mim mesmo e tomei consciência da importância da minha vida. Hoje, me sinto livre e passei a acreditar em mim. Me sinto livre quando danço". E acrescentou: "pela primeira vez pisei num palco de verdade e ainda voltei para casa com uma medalha no peito. Isso é divino. Esse dia marcou para sempre a minha vida".

Para William, quando a gente suporte as dificuldades e supera, a gente vê que vale a pena. essa foi a grande lição. Emoção semelhante sentiu a mãe de Eduarda Pereira, Margarete Pereira de Oliveira. "Só em vê-la subir no palco, não contive a emoção e comecei a chorar. Eu não acreditava no potencial de minha filha para dança. Ela me venceu porque teve força de vontade e teve ótima orientação da Roselaine que soube cativar e orientar". As coreografias vencedoras no festival Sul em Dança serão apresentadas para a comunidade, na sede do PROJARI, no dia 2 de outubro, às 19h.

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Ballet brilhou com a precisão de movimentos

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Movimentu's Dancing mostrou o "culto" à natureza

 

 

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